22/01/2011

POEMA CRISTÃO



Definitivamente é definitivo,
Não esperarei mais o canto do sabiá.
Vou dormir cagado e sozinho.
E se alguém me acordar,
Vou atira-lhe a minha última sinfonia.
E a boceta será a testemunha muda,
Que vai denunciar,
A morte definitiva,
Daquele que há muito morreu,
Pregado na fobia,
Daqueles que o amavam.