26/07/2011

ROTINA E AMOR




Vivemos a rotina, com medo de que algo venha a incomodar o nosso amor petrificador de realidades.Temos medo das transformações, por isso inventamos o amor para que possamos por toda a nossa curta eternidade admirarmos sempre a mesma face pálida. Nosso olhar está cada vez menos criativo,informando-nos aquilo que todos enxergam. Por isto o belo deve ser percebido como algo que está por se apresentar em instantes que capturam e que libertam os nossos sentidos de normas e preconceitos,no amanhecer,entardecer,e escurecer dos encontros.