16/11/2013

RETORNO

Quando voltar,                  
Não  traga nada,
E jamais jure,
qualquer sentimento,
ou espere  o mesmo de mim.
Pois nada darei,
além do já é seu,
sem que ao menos
tenha entregue,
ou feito entender,
que não foi opção, 
mas encanto.
Que não houve ciume,
mas fúria.
Que não foi medo,
mas estranhamento,
Que não deu certo,
por ser a perfeição
efemeridade sem igual.
Que não falei de amor,
por ser algo que se diz,
quando certo sentido aparece.
E por enquanto foi só loucura,
Que não é pouco,mas muito.